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domingo, 28 de julho de 2013

Hipnose sombria e vigorosa

TRUE WIDOW – “Circumambulation”

A primeira faixa se inicia com um baixo proeminente e guitarra distorcida, onde os graves são a referência. Seguido de uma bateria simples, porém vigorosa, marcada e intensa.

Os instrumentos praticamente cobrem a música de tal forma que os vocais ficam como total coadjuvante.

E, sem grandes alterações no formato, na cadência e na melodia, True Widow segue por todas as faixas de Circumambulation, terceiro álbum dessa banda do Texas (sim, meu caros, do Texas!), e vai criando um ambiente hipnótico e sombrio (aliás, algumas faixas intrigam também pelo nome como: S:H: S, I:M:O; HW:R).

Muitos vão achar The Widow monótono. Mas, alguns vão considera-lo intenso… eu to nesse grupo.

True Widow Official Blog

domingo, 1 de janeiro de 2012

O que o Rock Band pode revelar

SILVERSUN PICKUPS – “Carnavas”

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Era para ser apenas mais uma sessão de Guitar Hero, mas ao invés deste jogo, eis que meu amigo coloca no console o Band Rock – e claro, não apenas a guitarra, mas a bateria e o microfone estavam disponíveis para a diversão.

imageO playlist era um pouco diferente daquele que estava acostumado a jogar, mas grandes bandas estavam lá também e, algumas desconhecidas até então, e que trariam surpresas interessantes.

Uma dessas bandas foi Silversun Pickups, quarteto californiano que chamou a minha atenção com a faixa “Lazy Eye”, faixa do primeiro álbum da banda e que fui atrás para conhece-lo melhor.

O Silversun Pickups traz uma sonoridade simples, basicamente um pop rock, com pitadas indie rock aqui e ali junto com uma guitarra que não chega a ser shoegaze na essência, mas atende bem a demanda. E, nesse conjunto de “pitadas sonoras”, o Silversun Pickups apresenta um debut honesto e íntegro em suas 11 faixas, equilibrando bem as distorções e a “sujeira” das guitarras com melodias que agradam bastante.

Uma grande descoberta em meio à diversão do Rock Band.

Silversun Pickups Official Site

Silversun Pickups no MySpace

Silversun Pickups no Last FM

domingo, 25 de dezembro de 2011

Até que eles tentaram

USURA – “Hake Romana”

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Sem mais delongas!!!

Usura é o nome dessa banda espanhola que segue a linha garage rock, meio grunge e uma pseudo influência punk.

Resumindo tudo isso, o que esses caras buscaram, discaradamente, assemelhar-se a um mix entre L7 e Nirvana, porém sem a personalidade deste último ou a capacidade de agradar de ambos.

Isso sem falar dos vocais de Ana Bejar que talvez sejam ruim até falando ao telefone.

Esse post não é para indicar algo para ouvir, mas indicar algo para não ouvir.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Doces distorções

DEEP CUT - “Disorientation”

imageDissidências daqui, dissidências de lá e eis que o Deep Cut surgiu em 2009 com o seu primeiro álbum. Bem, esse em questão eu não ouvi, mas a se basear por Disorientation o segundo álbum desse banda de Londres, quero conhecer o debut com certeza.

imageimagem

 

O Deep Cut vai numa linha bem interessante do shoegazer, pois as distorções das guitarras são, digamos o pano de fundo. Elas estão presentes, são notáveis, mas não são o elemento principal da  cadência melódica da banda. A propósito, a suavidade dos vocais de Emma Flint é contagiante, e não apenas sua voz, diga-se de passagem.

 

Em resumo, Deep Cut traz guitarras melodicamente distorcidas, bateria e baixo cumprindo muito bem o papel “da cozinha” e tudo na medida certa para você viajar na sonoridade da banda e se perder em sonhos nos vocais de Ms. Flint.

Deep Cut no MySpace

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O idioma é o de menos

LILY OF THE VALLEY - “Aquatree”

image Lily of The Valley é uma banda japonesa. Surgiu na cidade de Sendai, norte do Japão e já lançou dois álbuns. Aquatree é o segundo, lançado nesse ano.

Comecei situando geograficamente a banda, só para aumentar a curiosidade, uma vez que a banda também canta em japonês, mas isso, meus Caros, não tem a menor importância, pois a sonoridade de Lily of The Valley vai além das letras.

A vibe aqui é dream pop/shoegazer. Guitarras distorcidas, porém com certa “suavidade”, discretos efeitos eletrônicos e uma batida que preenche as lacunas na medida certa.

Se Chapterhouse tem uma vibe mais dançante, Lush inicia uma transição para uma melodia mais “onírica”, Lily of The Valley encontra-se logo após, numa levada mais amena, introspectiva, angustiada e envolvente. Canções que te levam a viagens distantes para lugares desconhecidos e, ainda assim, muito agradáveis.

Lily of The Valley no Last FM

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ahhhh as aparências…

MARIBEL - “Aesthetic”

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À primeira vista, Maribel soa como o nome de mais uma das deusas pops juvenis, como Kate Nash ou Lily Allen. Mas só à primeira vista, porque aqui estamos diante de mais um daqueles exemplos onde as aparências, felizmente, enganam.

Maribel é o nome de uma banda da Noruega que apresenta um som vigoroso, com personalidade.

Longe das referências pops citadas acima, essa banda passeia por vocais “abafados” em guitarras melodicamente ruidosas, que conferem uma sutileza sonora em meio àquelas distorções. Mantém uma cadência musical que evoca sentimentos profundos e até uma certa dose de melancolia. E ainda conseguem manter uma vibe dançante com batidas energéticas, cheias de intensidade, mas sem perder a ternura.

Maribel é mais um dos grandes nomes que o mundo da música escandinava nos presenteia. E esse debut mostra a que veio essa banda….e que venha mais!

Maribel no MySpace

terça-feira, 12 de julho de 2011

Ruidosa Sensibilidade

CRYSTAL STILTS - “In Love With Oblivion”

imageO primeiro álbum do Crystal Stilts, banda americana do Brooklin, tinha sua base sonora num “paredão ruidoso” de distorções shoegazers dignas dos escoceses do Jesus and Mary Chain no álbum Psychocandy.

Nesse novo trabalho, porém houve um pequeno ajuste nesse quesito. Não que o Crystal Stilts tenha abandonado sua espinha dorsal das distorções, ao contrário ela está lá presente, porém mais lapidada. Aliás de maneira tão talentosa que fez esse álbum ser um daqueles que não pode faltar no seu playlist.

As distorções seminais agora dividem espaço com um cadência melódica bem anos 80 somada com uma levada meio 50´s-60´s em algumas faixas ao estilo de Cramps e Raveonettes.

Os vocais continuam na linha etérea com uma reverberação soturna, outra marca registrada desta banda, o que confere ainda mais dramaticidade as faixas deste álbum.

Conheçam mais no Crystal Stilts Official Site ou no MySpace

sábado, 18 de junho de 2011

Uma fórmula musical

LINDA GUILALA – “Bucles Infinitos”

image Pensem na seguinte fórmula:   

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Se fosse possível sintetizar a sonoridade desse duo espanhol seria algo mais ou menos assim.

O que isso significa? Bem, vamos lá. Peguem as batidas dançantes do shoegazer do Ride com os vocais “etéreos” do Lush e sublimem  isso com as guitarras distorcidamente pop do Teenage Fanclub, tudo na sonoridade latina do idioma espanhol.

O resultado é um álbum extremamente agradável do começo ao fim, numa aura indie fantástica e os responsáveis por isso tudo são Iván e Eva.

Devo admitir que tenho minhas resistências quanto ao mundo indie-pop latino, em especial quando cantado em espanhol, mas Linda Guilala veio mostrar que sempre, mas sempre mesmo, toda regra tem sua exceção. E nesse caso, que exceção!

Conheçam Linda Guilala no MySpace.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Por um lado mais sombrio

The Raveonettes - “Raven in the Grave”

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Diz o ditado para não se avaliar um livro pela capa, porém, em certas ocasiões há bons indícios dos caminhos a percorrer pela obra.

Isso se aplica muito ao mais novo álbum da banda dinamarquesa The Raveonettes. Em Raven in the Grave, ou “O corvo no túmulo” temos Suse Rose Wagner e Sharin Foo percorrer caminhos sombrios e melancólicos na sua sonoridade.

Um dos pilares que estruturou os trabalhos anteriores lá está, ou seja, o noise-shoegazer das guitarras ao estilo de Jesus and Mary Chain, mas não com tanto evidência. Essas guitarras ficam num segundo plano, densas sim, mas uma densidade obscura, não mais ruidosa. Já um outro pilar, o das referêncisa 50´s e 60´s, esses foram bem sublimados, não totalmente, mas aparecem muito sutilmente.

Para os fãs inveterados dos álbuns The Chain of Gang of Love ou Pretty Black a sensação de “falta algo” em Raven in the Grave pode acontecer. Por outro lado, se você gosta da obscurida 80´s, vai curtir muito esse álbum. Eu curti!

The Raveonettes Official Site 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Dum Dum Girls…

DUM DUM GIRLS - “I will Be”

image Pegue as guitarras distorcidas e melancólicas de Jesus and Mary Chain no álbum Pshychocandy.

Agora, acrescente o baixo e a bateria semelhantes à The Raveonettes.

Pronto! Chegamos bem próximos da sonoridade destas garotas Californianas.

Em 2009 quando elas lançaram o primeiro EP não fiquei tão impressionado, embora uma ou outra faixa tenha me chamado a atenção.

Desta vez, em seu debut  I Will Be, Dee Dee (não confunda com o cara dos Ramones), Bambi, Sandy e Jules fizeram pequenos ajustes sonoros e equilibraram o lado “ruidoso” com o lado “melódico” (em evidência nas faixas “Rest of our Lives” e “Baby Don´t Go”.

Não vou dizer que seja um álbum imprescindível na sua lista, mas se shoegaze é um estilo que lhe atrai, confira.

Dum Dum Girls blog e no MySpace

sábado, 26 de março de 2011

Japonesa de Nova York

ASOBI ASEKU - “Hush”

imageAsobi Seksu é o nome da banda. A voz por trás dela é Yuki Chikudate.

Tudo leva a crer em algo oriental demais, mas não o é. O lado oriental para nos nomes e em algumas letras cantadas em japonês, já a sonoridade vai totalmente na linha do dreampop/shoegaze britânico.

Hush está mais para Lush do que para My Bloody Valentine, ou se preferir algo mais atual, pense em School of Seven Bells, resumindo… uma sonoridade tranquila, uma voz doce e guitarras viajantes.

Quando bater aquela sensação de “não sei o que ouvir hoje”, aqui está uma boa opção… Asobi Seksu.

quinta-feira, 24 de março de 2011

O que mais se poderia esperar

CITY OF SATELLITES - “Animal is my Machine”imageEsse é mais um daqueles casos em que o nome da banda vem primeiro e, à partir dele, vai se descobrir do que se trata. E a descoberta foi maravilhosa. A sonoridade desta banda evoca os mais belos sonhos. Sim, acreditem!!!

City of Satellites é um duo australiano que resgata a essência do dreampop/shoegaze com a cadência melódica no auge da sensibilidade, enquanto que a sonoridade ruidosa inerente a esse estilo mantém-se sob controle.

O resultado é um álbum para ser ouvido do começo ao fim, como numa viagem inebriante, envolvente, melancólica, mas extremamente agradável.

Acesse Amor Louco e comece agora sua viagem ou conheçam mais sobre a banda no City of Satellites Official Site.

BMX by City of Satellites from City of Satellites on Vimeo.

domingo, 21 de novembro de 2010

Mais um presente do Velhinho Barbudo

THE SCHOOL OF SEVEN BELLS - “Disconnect from Desire”

image No final de 2009, apresentei o debut do School of Seven Bells – Alpinims – um primor lírico digno das melhores vozes do dream pop (e que contava com a produção de ninguém menos que Robin Guthrie – ex Cocteau Twins).

Eis que me encontro na mesma época de 2010 e, por coincidência ou não, me deparo com o mais novo álbum desta banda de Nova York Disconnect From Desire.

O lirismo e a doçura das vozes das irmãs gêmeas Alejandra e Claudia Deheza lá estão ainda mais evidentes, como na faixa “The Wait” e o invólucro do dream pop também lá se encontra dando uma aura única a tudo isso.

Desnecessário dizer o quanto recomendo School of Seven Bells de novo!

Ouçam no School of Seven Bells no MySpace ou visitem o School of Seven Bells Official Site

domingo, 21 de março de 2010

Um Kaleidoscópio de referências

(THE SOUNDS OF) KALEIDOSCOPE - “From Where You Were To How You Got There”

imageSempre me pergunto se, uma banda que apresenta grande diversidade de referências em um mesmo álbum, o faz de propósito ou por incapacidade de direcionar o trabalho.

Em alguns casos, a resposta é a segunda opção, já que qualidade sonora não é lá essas coisas.

O (The Sounds of) Kaleidoscope vai nessa mesma onda, e creio que não poderia ser diferente com um nome como esse, mas nesse caso, o resultado é satisfatório.

Esses americanos passeiam por vertentes que mesclam doses de shoegaze, com um pop “psicodélico”, numa aura 90´s que remete a nomes como Ride ou My Blood Valentine, ou seja, com uma poesia melódica dos britânicos.

Um som interessante, no mínimo.

Conheçam no The Sounds Of Kaleidoscope no MySpace

 

sábado, 2 de janeiro de 2010

Atualizando 2010

Ontem, uma sensação de “fim de ano”. Memórias, lembranças, emoções. Hoje, a sensação de “um ano todo pela frente”. Expectativas, desafios, energia.

Pensando no “ano todo pela frente”, The Sounds Of faz uma prévia do que está por vir em 2010 para algumas das bandas mais interessantes já apresentadas aqui.

AMY MACDONALD

Novo álbum da escocesa Amy Macdonald está previsto para 8 de março. O primeiro single deste álbum “Don´t Tell me That It´s Over”, tem data de lançamento em 1o. de março.

Até lá, vá curtindo o maravilhoso debut This is Life ou, se puder, programe-se para os primeiros show de Amy Macdonald em 2010:

A PLACE TO BURY STRANGERS

Eles lançaram um novo álbum em 2009, Exploding Head (vejam post a respeito) e estão em turnê para divulgação.

A retomada dos shows wm 2010 começa em fevereiro, na Austrália e segue até maio pelos EUA e Canadá, tendo também a participação de Big Pink. Que ótimo line up, não!?

Vejam todas as datas aqui.

BASIA BULAT

Já apresentei o novo single do novo álbum que será lançado em 25 de janeiro. Só pra constar na lista.

Se ainda não o ouviu, acesse. E se puder, veja ao vivo.

    Jan 16 - Toronto, ON Trinity Church (CD Pre-Release Show!)
    Feb 2 – Kingston, ON – Sydenham Street United Church
    Feb 4 – London, On – The Aeolian Performing Arts
    Feb 5 – Orillia, ON – Highwayman Inn and Conference
    Feb 6 - Guelph, ON Hillside Inside at Sleeman Ctr. w/ Final Fantasy, Bahamas
    Feb 7 – Hamilton, ON – The Casbah
    Feb 10 – Halifax, NS – St. Matthews United Church
    Feb 12 – Montreal, QC – L’Astral
    Feb 13 – Ottawa, ON – First Baptish Church
    Feb 25 – Winnipeg, MB – West End Cultural Centre
    Feb 27 – Saskatoon, SK – Amigo’s
    March 2 – Calgary, AB – Central United Church
    March 3 – Edmonton, AB – Starlite Room
    March 5 – Vancouver, BC – St. James Hall

THE ELECTRIC POP GROUP

Uma das grandes bandas apresentadas aqui. Na primeira audição, virei fã.

O segundo álbum da banda Seconds, acabou de ser lançado e já pode ser conferido no MySpace. Não perca tempo!

ILIKETRAINS

Eu conheci essa banda recentemente. Mais um da lista das “imperdíveis” e “esperáveis” (ok, me desculpem o péssimo neologismo). Mas a espera é intensa por um show aqui (até porque eles estavam fazendo turnê com Sisters of Mercy) ou pelo novo álbum, o qual eles já começaram a gravar agora em dezembro, e será lançado em 2010.

FORRO IN THE DARK

A banda brasileira radicada nos EUA acaba de lançar mais um álbum, Light a Candle.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

A Evolução

 page 1&4No primeiro álbum, A Place to Bury Strangers, banda do Brooklyn, explorou os ruídos de Jesus and Mary Chain mesclados à melancolia de Swans.

Nesse seu novo álbum, Exploding Head, a banda continua com os ruídos, mas apresenta uma evolução… trouxe mais vigor, mais peso para suas faixas, com baixos mais pronunciados, batidas mais profundas e riffs mais encorpados. E tudo isso, sem perder a cadência melódica.

O resultado…um álbum que você, meu Caro, deve ouvir. E faça isso agora. Exploding Head no MySpace

A Place to Bury Strangers

quarta-feira, 3 de junho de 2009

CD News – From UK

ASH – Twilight of the Innocents

ash Mudando de país e mudando de ares.

Surgida em 1995, Ash é um trio punk-pop que vem da Irlanda do Norte.

Ao ouvi-los à primeira vista até soou interessante. Mas, depois, conhecendo um pouco mais o som dos caras, já não me cativou tanto assim.

Eles tem uma levada pop com momentos Seattle ´92, ou seja, coisas como Pavement, Stereophonics e afins.

Ouçam no Ash no MySpace

LITTLE BOOTS – Hands

boots Se ao ouvir Ladytron você gostaria de algo com uma pitada a mais de dance/pop, aqui está a sua pedida.

Little Boots é na verdade o projeto solo da inglesa Victoria Hesketh (ex- Dead Disco) que vai nessa linha pop-dance, sem ser uma Kylie Minogue, mas também sem chegar tanto a Ladytron.

Não me agrada tanto assim, mas tem bons momentos, como “New in Town” ou “Remedy” (aliás, eu ouvi um remix de “New in Town” feito por Den Haan que ficou ótimo).

O seu primeiro álbum Hands está sendo lançado neste mês.

Conheçam no Little Boots no MySpace ou Official Little Boots Site

CATHERINE A.D. – Carry your Heart E.P.

catherine Catherine Anne Davies é o nome desta inglesa de Londres que foi resgatar uma sonoridade alternativa e de personalidade.

De um lado, uma formação de música clássica (tocava flauta quando criança). De outro, uma intensidade ora influenciada por nomes como P.J. Harvey e com uma certa dose “sombria” ao estilo Evanescence (só que numa versão acústica, eu diria).

Ela está trabalhando no seu álbum de estréia e conta com o suporte de nomes como Bernard Butler (ex- Suede) e Liam Howe (Sneaker Pimps).

Sem grandes expectativas, to esperando pra ver no que vai dar.

Ouçam no Catherine A.D. no MySpace ou Official Catherine A.D. Site

THE BIG PINK – Too Young to Love

big pink2 Estamos diante de uma sonoridade realmente alternativa. The Big Pink é uma dupla inglesa (de Londres, pelo que consegui garimpar) e que resolveram “brincar” no estúdio nos fundos da casa, mixando canções de My Bloody Valentine, Spacemen 3 e afins.

O resultado é um experimentalismo muito interessante com uma atmosfera intensa e até enigmática. Fantasticamente enigmática.

Eles já lançaram alguns singles, e estou, ansiosamente, no aguardo de novidades.

Não deixem de ver o belíssimo vídeo de “Velvet”.


Ouçam mais no The Big Pink no MySpace

CD News – From Sweden

LIECHTENSTEIN – Survival Strategies in a Modern World

licht Liechtenstein vem de Gotemburgo na Suécia. É um trio feminino e acabam de lançar o seu debut.

Eles fazem um mix sonoro com uma levada mais indie pop, vocais mais etéreos ao estilo de Lush e uma ou outra “intervenção” de guitarras ruidosas e batidas que nos remetem, sutilmente, a Primitives, por exemplo.

As vezes falta um pouco de energia, mas mesmo assim, me agradou, porque no meio disso tudo, sobressai uma agradável melodia, como na faixa “Apathy”.

Ouçam no Liechtenstein no MySpace

SAD DAYS FOR PUPPETS – Unknown Colours

sad days Também vindo das terras suecas, eis que apresento a vocês Sad Days for Puppets.

Também naquela mistura indie pop – shoegaze, a banda conta com 5 integrantes, tendo nos vocais, Anna Eklund que imprime um certo toque melancólico e juvenil ao som da banda (mesmo em faixas como “Mother´s Tears”, um pouco mais “pesada”).

Eles acabam de lançar Unknown Colours, seu primeiro álbum e destaco as faixas “Marble Gods”, “Cherry Blossom” e “Big Waves”.

Se for pra escolher…. Sad Days for Puppets, sem dúvida!

Ouçam no Sad Days for Puppets no MySpace

RAYMOND & MARIA – Hur Mycket Jag an Tar Finns Alltid Lite Kvar

raymonde Sim, meus Caros, mais uma banda vinda da Suécia. E mais um quinteto com vocais femininos (desta vez, são duas Maria & Camilla), mas o que dizer…é fantástico, meigo, doce, agradável.

Diferentemente dos seus conterrâneos citados acima, Raymond & Maria não trazem a veia Shoegazer. Substituem-na por uma folk pop, mantendo aquela levada indie, claro.

Vem ouvindo essa banda há mais de uma semana e digo, não me canso!

Eles já lançaram dois álbuns, o primeiro em 2004 Vi Ska Bara Leva Klart. O citado acima é de 2006.

Ahhh....e eles cantam em sueco!

Confiram (mas confiram mesmo) em Raymond & Maria no MySpace

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